domingo, 28 de junho de 2026

UMA LENDA QUE ATRAVESSOU TRÊS SÉCULOS, ASSIM É A LOJA ESTRELA DO RIO

 








Na aurora de 27 de junho de 2026, o céu do Rio parecia guardar um segredo antigo. O sol, em sua majestade dourada, iluminava a Loja Estrela do Rio, que celebrava seus 177 anos de existência. Não era apenas uma data: era o renascer de uma epopeia, o eco de uma estrela que jamais se apagou. 

O templo, adornado como um santuário, recebeu o Sereníssimo Grão-Mestre André Santos Wanderley e sua comitiva. Sua voz, firme como o trovão e suave como a brisa, exaltou a trajetória da Loja — resiliente como rocha, luminosa como constelação. Em gesto solene, entregou o Diploma de Honra ao Mérito e a Medalha Comemorativa dos 52 anos do GORJ, que foram depositados em seu estandarte como relíquias sagradas, símbolos de eternidade. 

O Ir. Everton Vasconcelos brindou a todos com uma palestra que emocionou, principalmente por traduzir o espírito da Loja como sendo uma entidade que através do exemplo ensina que o caminho da vitória reside na  forma de enfrentar os ventos fortes que as vezes assolam entidades centenárias e que somente sobrevivem quando adquirem o poder de serem resilientes.

A Cunhada Renata Machado Barbosa, primeira-dama e guardiã da Fraternidade Feminina do Cruzeiro do Sul, foi laureada como sacerdotisa da palavra e da ação. Seu trabalho no site e no Jornal do GORJ foi celebrado como chama que atravessa fronteiras, levando ao mundo a luz da fraternidade. 

A primeira-dama agradeceu a honraria recebida, mas destacou que todo o trabalho é fruto da união das cunhadas que abnegadamente se ofertaram a missão de servir, especialmente as cunhadas Karol, Luciane e Eduarda que receberam flores em respeito e gratidão a suas dedicações, tendo a Loja ofertado a elas camisetas feitas pelo irmão Jonatas com a logomarca da Loja e da Fraternidade Feminina do Cruzeiro do Sul para marcar o ressurgimento daquela instituição de mais de 50 anos de serviços prestados.

O Venerável Mestre Olnecir Marques de Andrade foi igualmente honrado, reconhecido como guardião da Estrela do Rio. Em seu discurso, evocou o peso da responsabilidade que repousa sobre os obreiros: manter vivo o legado recebido e assegurar que o estandarte da Loja jamais deixe de tremular, como bandeira eterna de fé e união. 

Naquele dia, não se celebrava apenas uma Loja. Celebrava-se uma lenda viva. Cada palavra proferida tornou-se verso, cada medalha entregue tornou-se símbolo, cada gesto de reconhecimento tornou-se mito. 

A Loja Estrela do Rio não é apenas história: é constelação. Brilha no firmamento da Maçonaria como estrela que guia, que protege, que inspira. E assim, sob o céu do Rio, sua luz não apenas iluminou o presente — mas prometeu eternidade.